Era um sábado comum. Marcos, de 7 anos, estava brincando na praia com outras crianças, fazendo castelos de areia e soltando pipas.
Sua mãe, Ana, virou por 30 segundos para passar protetor solar no filho mais novo.
Quando voltou o olhar, Marcos não estava mais ali.
Uma mulher havia encontrado a criança desorientada 200 metros adiante, chorando e sem conseguir dizer nenhuma informação que o ajudasse a ser encontrado pela mãe.
A mulher não sabia o que fazer. Não tinha como ligar para ninguém. Não sabia o nome da mãe. Não sabia se a criança tinha alguma condição especial ou alguma condição de saúde.
40 MINUTOS até que Ana encontrasse seu filho. 40 MINUTOS que pareceram uma vida inteira.
Essa história felizmente terminou bem. Mas e se não tivesse terminado?
Emergências não avisam. Mas você pode se preparar antes que elas cheguem.
